terça-feira, 28 de abril de 2009



Queria sempre sorrir
e ter os olhos abertos
Eu ja estava lá sozinho
Olhos fechados, tentava sentir tudo que estava ali
mas eu sei que não estava só
não sei por que, nem como explicar
nada tem sentido agora.
Não importa mais
É difícil dizer, difícil sentir
pior ainda é viver uma mentira
enxergar a realidade e ainda assim
preferir ignorar sua existência
Chorar pra que então?
Não vou encontrar nas lágrimas o que me resta saber
nem como voltar.

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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risada do ridículo e choro porque tenho vontade, mas nem sempre tenho motivo. Tenho um sorriso confiante que as vezes não demonstra o tanto de insegurança por trás dele. Sou inconstante e talvez imprevisível. Não gosto de rotina. Eu amo de verdade aqueles pra quem eu digo isso, e me irrito de forma inexplicável quando não botam fé nas minhas palavras. Nem sempre coloco em prática aquilo que eu julgo certo. São poucas as pessoas pra quem eu me explico.